perverso é o tempo sem verso.
é o vento sem tempo,
é o mar sem o vento.
inverso é de dentro do verso.
este, por sua vez, voa submerso em águas calientes,
carentes de mágoas.
reverso é o verso de novo, o rondó-senhor:
rima soberana,
mãe das quadrinhas e das trovas de dor.
6 de janeiro de 2009
2 de janeiro
por
Naira Marcatto
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Um comentário:
tomei, roubei !
... o pianista marginal passou por aqui .
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